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Mais de 21 mil pessoas já assinaram o documento online contra a descontinuação do tocador de músicas Winamp, marcada para 20 de dezembro. Caso a AOL mantenha a decisão de encerrar o serviço, os fãs pedem ao menos que seja disponibilizado o código-fonte da plataforma para torná-la aberta e manter seu uso ativo.
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A petição precisa ainda de 3,7 mil assinaturas para alcançar a meta e ser endereçada à AOL, que comprou o serviço juntamente com a desenvolvedora Nullsoft, em 1999, por US$ 80 milhões. Para Rob Lord, um dos responsáveis pelo crescimento do software no início, o declínio pode ter se dado pelo péssimo gerenciamento após a fusão.
"Não há motivos pelos quais o Winamp não pudesse estar na posição em que o iTunes está hoje, além de algumas camadas de mau-gerenciamento da AOL após a aquisição", afirmou ele em entrevista à Ars Technica.
O Winamp fez sucesso num tempo longínquo da internet ao lado de players populares na década de 1990 como ICQ, mIRC e Netscape e Napster.
Raras bandas conseguem voltar à ativa depois de tanto tempo mantendo suas características básicas como o Alice In Chains. Ainda mais com a substituição de uma peça vital como o vocalista da formação original, Layne Staley. A conclusão já foi tirada quando o grupo lançou o bom “Black Gives Way to Blue”, disco que marcou o retorno, há quatro anos, mas continua neste “The Devil Put Dinosaurs Here”. Isso porque o quarteto, que tem William DuVall no lugar de Staley, prossegue fazendo boas músicas e se mantém fiel ao estilo que lhe é peculiar, mergulhando cada vez mais num mundo obscuro, sombrio, paranoico até. O resultado – de novo – é um álbum denso, pesado, indigesto e duro na queda.
Vale a ressalva de que Nick Raskulinecz, um dos nomes mais bem sucedidos da nova safra de produtores de rock, da “escola Foo Fighters”, que já havia colocado as mangas de fora em “Black Gives…”, foi sabiamente chamado para cuidar de “The Devil…”. E que, para quem pegou o bonde andando, DuVall preenche muito bem o posto de Layne Staley, mas isso só é possível graças às vocalizações dobradas feitas em parceria com o guitarrista Jerry Cantrell. Assim como fazia nos temos em que o quarteto original arrebentava com hits como “Man In The Box” e “Them Bones”, Cantrell é quem “encorpa” o trabalho final de DuVall, que tem – ele próprio – o mérito de ter o tom/timbre de voz dos mais apropriados para cantar no Alice In Chains.
Configurado o entorno, cabe às boas composições a ilustração da boa fase mantida neste disco. A trinca inicial já seria motivo de exaltação por si só. “Hollow” (o primeiro single), “Pretty Done” e “Stone” (o segundo) formam um bloco maciço de guitarras e bom gosto que é um achado. Repare que nenhuma das três, embora formem um cartão de visitas do álbum, têm qualquer compromisso em ser cativante para conquistar o ouvinte de primeira. Ao contrário, puxam o coitado para um terreno pantanoso e inseguro no qual o que vale é uma espécie de tortura psicológica/sonora que, paradoxalmente, lança seus desafios.
O riff lento de “Hollow” faz a música ser toda arrastada e um refrão martelante abre guarda para um belo solo de Cantrell. Em “Pretty Done” é usado um artifício comum ao grupo, o de inserir sutis mudanças de andamento da melodia, o que contribui para torná-la mais interessantes, em que pese o andamento igualmente arrastado. O feito acontece ainda na irmã “Stone”, esta guiada por uma linha de baixo sabbathiana que também aposta no riff, na base pesada e no andamento arrastado para se fixar em qualquer incauto que apareça pela frente. Mas é em “Breath On a Window”, mais para a frente, que o disco vê seu apogeu nesta fórmula. A música, uma das poucas de contornos mais pop, logo se vê “invertida”, primeiro sutilmente no refrão, e, depois, numa abrupta mudança de andamento que aponta para um trecho suave e deságua numa espetacular evolução de guitarras até o encerramento. “Low Ceiling”, em menor escala, também tem essa virtude.
O riif seco e na cara de “Phantom Limb”, que conduz a música com peso inabalável, também pode entrar no rol dos destaques, mas o que faz “The Devil Put The Dinosaurs Here” um dos grandes discos de 2013 não é essa ou aquela faixa que ganha realce por um ou outro motivo. É que o Alice In Chains mostra que há um conceito musical por trás do grupo e – sobretudo – desse disco. Não estamos diante de um apanhado de referências; aqui tudo já foi ouvido, digerido e colocado para fora com uma assinatura. O sujeito ouve aleatoriamente um trecho de qualquer faixa – não precisa ser fã de longa data - e sabe do que se trata, num trabalho autoral de verdade, com A maiúsculo.
Com apenas 16 anos, a cantora Neozelandesa Lorde, virou o novo fenômeno pop por emplacar um single no topo da parada norte-americana, já está com planos audaciosos para o futuro. Curtindo o sucesso de seu disco de estreia, Pure Heroine, ela conversou com a revista Clash sobre com quem gostaria de trabalhar. novo fenômeno pop por emplacar um single no topo da parada norte-americana, já está com planos audaciosos para o futuro. Curtindo o sucesso de seu disco de estreia, Pure Heroine, ela conversou com a revista Clash sobre com quem gostaria de trabalhar.
Foto: Divulgação
“Eu não escrevi músicas para nenhum outro artista ainda, mas eu definitivamente quero fazer isso. Obviamente as letras são uma enorme parte do processo da minha música, e são muito pessoais, então, vai ser um grande desafio tirá-las de dentro do meu corpo. Mal posso esperar.”
O Winamp, popular software para computadores, será descontinuado em 20 de dezembro. A Nullsoft, desenvolvedora, anunciou o fim do suporte ao aplicativo, que tem mais de 15 anos de mercado e fez fama entre o final dos anos 90 e início de 2000. O encerramento também afetará o site e serviços associados, como rádios online e páginas de suporte a “skins”.
A data marca o término do serviço e também a indisponibilidade do download de novas ou antigas versões do programa. Porém, quem optar por continuar utilizando edições antigas, ou guardar instaladores para posterior uso, não será impedido ou afetado pela triste notícia.
Winamp (Foto: Reprodução/Winamp)
O site já menciona sobre o fim de seu player..."O Winamp.com e serviços associados não estarão mais disponíveis a partir de 20 dezembro de 2013. Além disso, o player Winamp Media não estará mais disponível para download. Por favor, faça o download da última versão antes dessa data. Obrigado por apoiar a comunidade Winamp há mais de 15 anos", diz o alerta no site da desenvolvedora do player de mídias.
O Winamp foi lançado em 1997, pelos universitários Justin Frankel e Dmitry Boldyrev. A intenção inicial era ser compatível com músicas no formato MP3, que ganhou popularidade pouco tempo depois, graças a diversos sistemas de compartilhamento de arquivos pela web.
A Nullsoft, produtora fundada pela dupla para trabalhar no Winamp e em serviços associados, foi comprada pela AOL em 1999, e desde então deu total suporte ao lançamento de novas versões ao longo dos anos, incluindo a fatídica versão 3.0, que foi mal recebida por usuários e descontinuada pouco tempo depois. A versão 5.66 é a mais atual e ainda está disponível.
Ainda hoje, com outras opções de players no mercado, muitos usuários optavam pelo uso do Winamp por ser uma alternativa relativamente leve e que consumia pouca memória no PC.
Os britânicos GBH estão de volta ao Brasil para uma sequência de três shows. A lendária banda de punk rock vai se apresentar em Curitiba (PR), nesta sexta-feira (25), em São Paulo (SP), no sábado, e em Americana (SP), no próximo dia 27.
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Eles passaram os últimos dois anos em turnê pelos Estados Unidos e Europa. Desde o início da semana, os roqueiros estão viajando pela América do Sul, com passagem por Buenos Aires, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai.
Os ingressos para os shows de São Paulo estão à venda na Galeria do Rock (Loja 255), em Santo André (Ratus Skateshop) e no site www.hangar110.com.br. As entradas variam de R$ 50,00 (estudante) a R$ 100,00 (preço na porta).
Formada em 1979, o GBH serviu de influência para nomes como Metallica e Megadeth. Entre os integrantes do grupo estão Colin Abrahall (vocal), Colin "Jock" Blyth (guitarra) e Ross Lomas (baixo), que fundaram a banda. No comando da bateria está Scott Preece, que se uniu ao CBH em 1992.
Com declarações de amor, Ozzy soltou inúmeros "eu te amo" e portou-se como um senhor fofo e sorridente, além de tentar animar a plateia em vários momentos ao pedir para que as pessoas gritassem e "ficassem muito loucas".
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Mesmo com a tratamento de câncer do guitarrista Tony Iommi em andamento, o segundo show da turnê no Brasil (o primeiro foi em Porto Alegre) correu bem e parecia que a reação amistosa da plateia deixou o grupo contente. Era possível ver a banda sorrindo com frequência e aparentemente satisfeita.
O setlist seguiu, sem surpresas, pelo mesmo repertório que o grupo vem apresentando em outros lugares. O show esquentou bastante na sexta música, a dark e tensa "Black Sabbath", e com a faixa "N.I.B.", ambas do disco de estreia da banda, que foram cantadas com empolgação assim como o hit de riffs inconfundíveis, "Iron Man".
Músicas do novo disco também estiveram presentes como "End of the Beginning" e "God is dead?". Com duas horas de show, a trinca final de canções veio com "Dirty Women", "Children of the Grave" e o bis que faltava com a marca do grupo, "Paranoid". Segundo a T4F, o público de São Paulo foi de 70 mil pessoas, com ingressos esgotados.
O Black Sabbath ainda passará por Rio de Janeiro (13) e Belo Horizonte (15), ambos os shows também com ingressos esgotados. Depois do Brasil, o grupo fará shows na Colômbia, Costa Rica, México e Europa.
Após 15 anos, o aclamado festival transformará São Paulo na capital do rock mundial em outubro, com shows, concursos de bandas, exibição de filmes e exposições.
Aerosmith, Slipknot, Whitesnake, Korn, Limp Bizkit, Ratt, Killswitch Engage, Buckcherry, Queensrÿche, Hatebreed, Gojira, Hellyeah e Dokken são as atrações confirmadas do maior festival de rock do país
Nos dias 19 e 20 de outubro, São Paulo volta a sediar o maior festival de rock em “estado puro” que já existiu: o mítico Monsters of Rock está de volta, em sua quinta edição brasileira, quinze anos após sua última passagem pelo país. Considerado um dos principais festivais de música de todo o mundo, o Monsters of Rock foi criado na Inglaterra em 1980 e se consagrou por não fazer concessões: ao contrário da grande maioria dos outros eventos do gênero realizados em todo o planeta, o Monsters só inclui em seu line-up bandas de hard rock e heavy metal.
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Na Inglaterra, o festival aconteceu até 1996, tendo uma nova edição em 2006. No restante do mundo, as últimas versões aconteceram em 2008, no Chile e na Espanha. No Brasil, onde teve quatro edições memoráveis, lembradas até hoje por milhares de fãs, o Monsters sempre foi um dos festivais mais esperados e pedidos pelo público, nunca esquecido mesmo após um hiato de 15 anos. Em outubro, finalmente um sonho se realizará para os milhares de fãs brasileiros do gênero, quando a capital paulista for dominada pelo mais puro rock and roll.
A quinta edição brasileira do Monsters of Rock – mais uma realização da XYZ LIVE – acontece na Arena Anhembi, com a previsão de receber um público de 40 mil pessoas em cada dia. No dia 19 se apresentam Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed, Gojira e Hellyeah; no dia 20 é a vez do Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Buckcherry, Queensrÿche (featuring Geoff Tate plus guests) e Dokken. O evento contará com dois palcos.
Depois de 15 anos o festival volta maior e será realizado em dois dias. O conceito básico foi o de introduzir um line up diferenciando, o primeiro dia com os “Monstros” da nova geração (Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed e Hellyeah), alguns deles já com quase 20 anos de trajetória, e a segunda noite os clássicos do Hard Rock (Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Buckcherry e Queensrÿche featuring Geoff Tate plus guests) e Dokken. O evento pretende abranger em suas próximas edições todas as subidivisões do rock pesado, não se restringindo a nenhum nicho especifico, sempre seguindo a tendência dos headliners de cada ano, e portanto, oferecendo uma maior dinâmica ao conceito do festival.
Os “Monsters” vão invadir São Paulo em outubro
O festival não se restringirá somente aos dois dias de show no Anhembi. A partir de agosto, será lançado o “Desafio de Bandas Monsters of Rock“, que selecionará nomes para se apresentarem no palco de novas bandas. Na semana do evento, vários shows serão programados com as bandas selecionadas nas principais bares e casas de rock de São Paulo. Estão programadas ainda exibição de filmes de rock e a montagem de uma galeria com objetos de outras edições do festival. Nos dias dos shows no Anhembi, será montada a Avenida do Rock, com bares, restaurantes e lojas temáticas.
As atrações do Monsters of Rock 2013
Dia 19
Slipknot
Formado em 1995, em Iowa (EUA), Slipknot é composto por nove membros e para cada um deles foi designado um número de 0 a 8. Por se considerarem uma “unidade familiar”, a banda se veste com macacões iguais e cada um deles entra no palco com uma máscara diferente, que, para eles, revela o mais íntimo de suas qualidades e defeitos. Seus álbuns e vídeos caseiros atingiram a platina, e lhes renderam duas premiações Grammy. Com promessa de um novo álbum para 2014, o último disco da banda foi lançado em 2008: All Hope Is Gone, que estreou em primeiro lugar nas paradas da Billboard, vendeu mais de 1,8 milhões de cópias.
Korn
Korn é originário na Califórnia (EUA) e foi formado no início dos anos 90. Precursor do nu metal e detentor de dez discos, a banda já vendeu mais de 30 milhões de cópias ao redor do mundo, e é considerada como um ícone no mundo do rock. Dos dez álbuns de estúdio, sete deles levaram a classificação de Platina, além de outras dez estreias consecutivas no top 10 da Billboard 200, incluindo as compilações Greatest Hits, Volume 1 e MTV Unplugged. Produzido por Skrillex, o último trabalho da banda foi The Path of Totality, lançado em 2011.
Limp Bizkit
Limp Bizkit é uma banda norte-americana composta por Fred Durst (vocal), Wes Borland (guitarra), Sam Rivers (baixo), John Otto (bateria) e DJ Lethal. O grupo foi formado na Flórida (EUA) e conta no currículo com sete álbuns de estúdio, além de inúmeros prêmios. O último disco, intitulado Stampede of the Disco Elephants foi lançado em 2013. Durante sua carreira, a banda já vendeu mais de 35 milhões de cópias, o que comprova sua importância dentro do mundo do rock.
Killswitch Engage
Killswitch Engage, também conhecida como Killswitch (ou KsE), é uma banda de metal formada no final da década de 90 em Westfield (EUA), decorrente da saída de membros das bandas Overcast e Aftershock. O grupo fez sucesso com o lançamento de The End of Heartache, com mais de 500 mil cópias vendidas, só nos Estados Unidos. Killswitvh Engage já se apresentou em grandes festivais como Wacken Open Air, Reading and Leeds Festivals, Ozzfest, Download Festival e Mayhem Festival, e atualmente é considerado uma das bandas que será o futuro do heavy metal junto com Trivium,Gojira, Lamb Of God, Mastodon.
Hatebreed
Criada em 1993 por Jamey Jasta, Dave Russo, Larry Dwyer e Chrus Beattie, Hatebreed é uma banda de hardcore oriunda de Connecticut (EUA). Com fortes influências do New York Hardcore, a banda conta com nove álbuns de estúdio, sendo o último deles lançado em 2013: The Divinity Of Purpose. Depois de breve passagem pelo Brasil em 2012 – a banda fez shows em São Paulo e Curitiba no início do ano – o grupo volta ao país para participar do Monsters of Rock em outubro de 2013.
Gojira
Considerada pelos críticos como uma das bandas que será o futuro do heavy metal, Gojira foi criada em 1996, no sudoeste da França, e conta com cinco álbuns de estúdio e dois DVDs ao vivo. Até 2001, o grupo era conhecido como Godzilla. Formada por Joe Duplantier (vocal e guitarra), Mario Duplantier (bateria), Christian Andreu (guitarra) e Jean-Michel Labadie (baixo), Gojira também é conhecida por ter letras com temas ecológicos.
Hellyeah
Composto pelo vocalista Chad Gray, pelos guitarristas Greg Tribett e Tom Maxweel, pelo baixista Bob Zilla e pelo baterista Damageplan Vinnie Paul, a banda Hellyeah expressa uma vertente contemporrânea do heavy metal e se tornou concreta após o primeiro álbum, de nome homônimo, em 2006. A ideia de criar o supergrupo, repleto de integrantes de outras bandas, surgiu em 2001 na turnê Tatto the Earth, quando Chad imaginou uma banda que tivesse os melhores componentes que já estivessem acostumados ao palco. Apesar do sonho ter sido adiado por cinco anos por causa de agendas, a banda já colhe atualmente frutos do bom trabalho, como o sucesso do último disco lançado, Band of Brothers.
Dia 20
Aerosmith
Conhecida com “a maior banda de rock and roll da America”, o Aerosmith tem seu estilo enraizado em um hard rock baseado no blues, além de incorporar elementos do pop, heavy metal e rhythm and blues. Formada em Boston (EUA), em 1970, Joe Perry (guitarra), Tom Hamilton (baixo), Steven Tyler (vocal), Joey Kramer (bateria) e Brad Whitford (guitarra) se juntaram com o objetivo de conquistar o mundo. Com 15 álbuns no currículo, 150 milhões de álbuns vendidos e inúmeros prêmios, a banda carrega um nome que não precisa mais de quaisquer introduções.
Whitesnake
Formada no fim da década de 70, a banda Whitesnake é detentora de sucessos como “Is This Love”, do álbum Whitesake (1987), e “Love Ain’t No Stranger”, de Slide It In (1984). A formação atual da banda é composta por David Coverdale (vocal e guitarra), Doug Aldrich (guitarra principal), Reb Beach (guitarra), Michael Devin (baixo) e Tommy Aldridge (bateria), que juntos elevam o hard rock a um patamar jamais alcançado por outra banda do Reino Unido. O último disco lançado foi o aclamado Good To Be Bad, em 2008, depois de 11 anos sem um álbum exclusivo de inéditas.
Ratt
Com sete álbuns de estúdio já lançados oficialmente, a banda Ratt conta com os hits “Round and Round”, “Lay It Down”, “Body Talk” e “Back for More” no currículo e já alcançaram a marca disco de platina diversas vezes. Formada em Los Angeles (EUA) nos anos 70, a banda começou a carreira com o nome Mickey Ratt, que foi mudado para apenas Ratt em 1983. Sua formação era Stephen Pearcy (vocal), Robbin Crosby e Warren De Matini (guitarras), Juan Croucier (baixo) e Bobby Blotzer (bateria). O Ratt é considerado um dos maiores representantes do hard rock americano dos anos 80.
Buckcherry
Buckcherry é uma banda de Los Angeles indicada ao Grammy de hard rock e formada em 1995. O grupo lançou dois álbuns – em 1999, o álbum homônimo de estréia; e em 2001, Time Bomb – antes da banda acabar no verão de 2002. Em 2005, Josh Todd (vocalista) e Keith Nelson (guitarrista) fizeram uma outra banda usando o mesmo nome e lançaram um novo álbum em abril de 2006, chamado apenas de 15. O primeiro Top 10 nas paradas da Billboard veio com o single “Sorry”, que chegou a ficar oito semanas consecutivas entre os primeiros dez colocados.
Queensrÿche (featuring Geoff Tate plus guests)
Formada em 1981, em Seattle (EUA), a banda Queensryche é predominantemente de metal progressivo. Ao todo, já são dez álbuns na carreira, além do renomado álbum Operation: MindCrime, que foi considerado pela crítica mundial como o maior disco conceitual da história do metal. O último trabalho lançado pela banda foi Dedicated To Chaos, em 2011, que chegou às lojas ao mesmo em que a banda rodava o mundo em comemoração aos 30 anos do grupo, que ao invés de incluir as novas músicas decidiu fazer uma turnê somente com os sucessos. A banda se dividiu este ano e a justiça americana autorizou as duas partes a usar o mesmo nome até o veredito final. Geoff Tate, a voz original da banda, montou um super grupo de músicos com Rudy Sarzo, baixo (Ex OZZY OSBOURNE, WHITESNAKE E QUIET RIOT); Simon Right, bacteria (AC/DC, DIO, Michael Shenker); Robert Sarzo, guitarra; Kelly Gray , guitarra e Randy Gane nos tecladosDokken
Formada no final da década de 70, em 1978, e com mais de 10 milhões de discos vendidos no currículo, a Dokken leva o nome do idealizador: Don Dokken. Atualmente, a banda é constituído pelo frontman (vocal e guitarra), Jon Levin (guitarra), Sean McNabb (baixo) e Mick Brown (bateria e vocal de apoio), que além de Donald é o mais antigo, quando entrou para o grupo em 1980. Responsável por 10 álbuns de estúdio, a banda é considerada uma das mais importantes do hard rock americano , com inúmeros hits de rádio, vários discos de platina , entre eles a trilha sonora do filme “A Hora do pesadelo”.
DOCTOR PHEABES – O embrião da Doctor Pheabes iniciou-se em 1986. O sonho em comum de formar uma banda gerou alguns projetos que foram mudando de nome ao longo dos anos. Sob a alcunha de “Scargot” Fernando “Magrão” Parrillo (guitarra solo), Eduardo “Dr. Pheabes” Fagundes (vocais/guitarra), Fabio “Escocês” Ressio (baixo) e Paulo “Paul” Ressio (bateria) entraram em estúdio pela primeira vez e saíram de lá, por volta de 1992, com um LP embaixo do braço, autointitulado, lançado pelo selo brasileiro JWC. Mesmo assim o mercado à época não era propício ao som dos rapazes e eles resolveram dar um tempo para dedicarem-se aos seus afazeres pessoais. Uma reunião só foi acontecer na primeira metade de 2011, quando rebatizaram o “Scargot” para Doctor Pheabes e mudaram a proposta musical, desta vez mais calcada no rock clássico dos anos 70 e 80, mas com pitadas de modernidade. Deste encontro nasceu o álbum “Seventy Dogs”, produzido pelo renomado Renato Patriarca, vencedor do Grammy Latino de 2009. Sua praia é aquela sonzeira perpetuada pelos grandes power-trios na linha de The Jimi Hendrix Experience, Motörhead, ZZ Top, Cream, Rush, Budgie ou Blue Cheer? Pois você irá sentir-se em casa porque há elementos de todos eles e muito, muito mais. Clique no link e conheça o som da banda: https://soundcloud.com/doctorpheabes
Monsters of Rock: o mais tradicional e aclamado festival de rock do mundo
O Monsters of Rock foi criado em 1980 pelo promotor Paul Loasby que, juntamente com Maurice Jones, queria um festival apenas com bandas de hard rock e heavy metal. O local escolhido foi uma pista de corrida em Donington Park, localizada ao lado da aldeia de Castle Donington, em Leicestershire, Inglaterra. O local era desconhecido, mas a facilidade de transportes de todas as partes do país e o nível do solo inclinado, que permitia uma ótima visualização para o público em todo o local, influenciaram em sua escolha.
O line up dos primeiros anos do Monsters consistia em uma mistura de bandas britânicas e internacionais, e o sucesso foi instantâneo, com um público de 35 mil fãs presentes. Concebido como um evento único, já no primeiro ano nasceu a ideia de transformar o festival em uma atração anual. Ao longo dos anos, os números de público continuaram a crescer, chegando a 107 mil pessoas em 1988, quando dois fãs morreram durante um show do Guns ‘n Roses – logo após o começo do show, houve uma precipitação de público em direção ao palco. Inicialmente, a culpa foi atribuída ao tamanho da multidão, mas depois chegou-se à conclusão de que o clima úmido, chuvas e muita lama, em um terreno inclinado, favoreceram o incidente. Em consequência disso, o festival foi cancelado no ano seguinte, retornando em 1990 com uma limitação de público de 75 mil pessoas.
O festival continuou como o principal evento de hard rock na Grã-Bretanha na década de 90, mas teve um segundo cancelamento, em 1993, devido à incapacidade de se encontrar um forte headliner para a edição daquele ano. Em 1995, o festival se viu em uma situação semelhante, e teve que fazer um acordo com o Metallica, que pediu controle sobre o evento, ganhando o nome de “Escape from the Studio”. Em 1996, Ozzy Osbourne e Kiss encabeçaram o line up e embora na época se anunciassem planos para estender o festival em um evento de dois dias, a partir de 1997 o Monsters não voltou a acontecer. Em 2006, o festival foi revivido na Inglaterra em edição única, tendo o Deep Purple como headliner e Alice Cooper como convidado especial. Até hoje, a única banda a encabeçar o festival mais de duas vezes foi o AC / DC, em três ocasiões: 1981, 1984, 1991.
O sucesso do Monsters foi tanto que a partir de 1983 o festival começou a ganhar versões estrangeiras. Até 2008, ele teve 49 edições internacionais em outros 15 países do mundo: Alemanha, Suécia, Italia, Eua, Holanda, Espanha, França, Hungria, Belgica, Áustria, Polonia, Russia, Brasil, Chile e Argentina.
No Brasil, o Monsters teve sua primeira edição realizada no dia 27 de agosto de 1994, no Pacaembu, tendo como atrações Kiss, Slayer, Black Sabbath, Suicidal Tendencies, Viper, Raimundos, Angra e Dr. Sin. A segunda edição, também realizada no Pacaembu, em 2 de setembro de 1995, trouxe como atrações Ozzy Osbourne, Alice Cooper, Faith No More, Megadeth, Therapy, Paradise Lost, Virna Lisi, Clawfinger e Rata Blanca.
O Pacaembu foi novamente palco do festival em 24 de agosto de 1996, quando tocaram o Iron Maiden, Skid Row, Motorhead, Biohazard, Raimundos, Helloween, King Diamond, Mercyful Fate e Héroes del Silencio. Em 1998, no dia 26 de setembro, na Pista de Atletismo do Ibirapuera, aconteceu a última edição do festival no país, tendo nos palcos a presença das bandas Slayer, Megadeth, Manowar, Dream Theater, Saxon, Savatage, Glenn Hughes, Korzus e Dorsal Atlântica.